Existe um entusiasmo típico de ano novo, não é verdade?! Para alguns chega a ser a "Angústia do Novo. Pensar nos desafios do porvir, muitas vezes vem acompanhado do medo de sair da nossa zona de conforto e deixar o que ficou para trás... a famosa Síndrome do Ano Novo.
E quem nunca fez promessas do tipo: "Vou voltar (ou começar) a malhar!" ou, "Vou retomar o estudo de idiomas! " ou, ainda "Vou mudar o visual!" E é sobre esse último desejo de ano novo que quero vos falar, caras amigas! Por que temos tanto apego ao nosso visual, melhor dizendo, por que tamanho apego aos nossos cabelos? Por que para a maioria das mulheres um simples corte pode se tornar um momento tão difícil e não raras exceções doloroso?
Bom, eu não tenho a pretensão de dar-lhes uma resposta matemática, mas vou compartilhar uma verdade descoberta a pouco tempo de maneira empírica... O medo do novo!
Ano passado fiz 29 anos e a fui acometida pela crise dos 30! Precoce? Pode ser! Mas sabe quando você para para pensar "Ok, estou preste a fazer 30 e o que fiz até agora?!" Foi então que percebi o que eu NÃO fiz até agora! A lista é grande, mas uma dessas coisa era CORTAR O CABELO! É patético, eu sei! Mas quando digo CORTAR O CABELO é de verdade, né gente, não essa história de "POR FAVORRR, SÓ 2 DEDINHOS!"
Quando o assunto é cabelo, atestei que o maior medo da tesoura está ligado ao medo do novo e de ser aceito.
Ok, resumindo a história: cortei o cabelo pela primeira vez, numa pura e declarada inspiração da personagem da Sophie Charlotte, Amora.
Fala aí se não é lindo esse corte?! Tá bom ela também #prontofalei
Amei o que vi no espelho, mas como não tinha ficado IGUAL e minha mania de perfeccionismo ou pura chatura mesmo, voltei ao salão meses depois e decretei a ordem: "Corte igual a foto!" Aí as coisas começaram a desandar... E essa é uma lição para próximos posts. Mas a questão agora é: Sim, vale a pena se jogar! Sim, vale a pena se arriscar mesmo quando o assunto é nosso visual!
Nessa época em que vivemos de mulheres perfeitas ser autêntica é um desafio para poucas! Por isso, amoras, se joguem! Ousem! Sem medo de julgamentos e sem se martirizarem!
#ficaadica e algumas fotos para inspirarem vocês!
Gilcelle Bezerra